Pontos Fortes x Pontos Fracos

28 01 2009

Em 2009 o EletricaUel pretende trabalhar com posts voltados mais para o nosso curso e gostaria de contar mais com a participação de alunos e professores. Para inagurar essa nova fase, foi perguntado aos alunos do curso, através dos fóruns, quais os pontos fortes e quais os pontos fracos do curso na opinião de cada um. As respostas recebidas estão listadas abaixo.

Não deu a sua opinão? Envie-a para contato@eletricauel.com ou comente este post! Conforme as respostas forem chegando nós atualizaremos a lista!

PONTOS FORTES

  • Nível dos alunos;
  • Ainda há professores doutores e mestres;
  • Empresa Júnior;
  • C.A.;
  • Alunos engajados;
  • Alunos com grande potencial: o fato do curso ter uma relativamente alta concorrência no vestibular contribui para que, de certa forma, seja feita uma seleção com alguns dos melhores alunos prestando o vestibular;
  • Força na região: a UEL é a universidade que oferece um dos melhores cursos de Engenharia Elétrica na região. Algumas faculdades particulares têm crescido muito, porém, o nome da UEL continua forte entre os concorrentes da região;
  • Superação de obstáculos: querendo ou não, o curso é difícil, e muito. Diante de tantas situações adversas, acredito sim que o aluno cresce muito como pessoa durante o curso. Pelo menos como foi o meu caso, hoje vejo que sou muito mais capaz do que quando comecei o curso. Podemos não manjar de eletrônica, telecom ou outra matéria do curso, mas com certeza somos realmente preparados para nos depararmos com um problema e procurar sua solução (não estou falando de resolver exercício e tal, mas sim em uma situação de trabalho). Como havia falado o professor Gileno no cursinho: “O engenheiro é um dos profissionais mais procurados nas empresas porque ele aprende a coisa mais importante no curso. Ele aprende a aprender.” Do meu ponto de vista, é a adaptação à situação, seja ela qual for, adapte-se a ela, o mercado exige isso;
  • Pesquisas realizadas pelos professores;
  • Quantidade de doutores e mestres presentes no departamento;
  • A existência de mestrado (por mais que não seja super forte, mas nosso curso ainda é bastante novo);

PONTOS FRACOS (Oportunidades de melhoria)

  • Poucos projetos de pesquisa;
  • Poucos professores doutores;
  • Rotatividade de professores;
  • Estrutura física deficiente (laboratórios, bibliotecas, ou seja, recursos financeiros);
  • Poucas oportunidades de estágio: não é exatamente uma falha do curso, mas como o curso é em Londrina sabemos que aqui não é o melhor lugar para estagiar na área de tecnologia. Há poucas opções se formos comparar com regiões mais industrializadas. Além disso, as empresas preferem oferecer estágio aos alunos de faculdades particulares, por terem mais disponibilidade de horário;
  • Interatividade entre aulas práticas e teóricas: quando as disciplinas que têm parte prática e teórica são dadas por professores diferentes, geralmente o que ocorre são aulas sem nexo. Quando o mesmo professor dá as aulas práticas e teóricas percebe-se que há coerência entre os assuntos e assim flui melhor. Agora quando um professor dá as aulas teóricas e o outro a prática, parece que viram disciplinas diferentes. Tenho a impressão que não há comunicação entre esses professores;
  • Professores vs. Alunos: realmente gostaria que os professores fossem vistos como amigos pelos alunos e vice-e-versa. Às vezes tenho a impressão que alguns professores acham que são seres superiores (salvo excessões), que devem sempre estar em um nível acima do aluno. Quando uma sala inteira vai bem em uma prova, alguns professores pensam: “Essa prova tava fácil demais, na próxima vou ter que dar uma dificultada” ao invés de pensar que seu ensino está fluindo, que está conseguindo transmitir a matéria, que os alunos estão aprendendo. E quando a sala inteira vai mal, o pensamento é: “Vocês não estão estudando” ao invés de pensar “Será que eu sou um bom professor?”, “Será que os alunos não estão entendendo o que eu quero passar?”, “Será que a minha metodologia é ruim?”;
  • Falta de entusiasmo mútuo (alunos e professores);
  • Localização geográfica (Londrina não é um grande pólo industrial);
  • Falta de disciplinas especiais;
  • Falta de eventos sobre a nossa área na região;

E na sua opinião? Quais os pontos fortes e os fracos do curso? Não deixe de participar!





Fábrica no PA vai transformar serragem em combustível para usinas europeias

22 01 2009

Uma empresa holandesa decidiu instalar em Belém (PA) uma fábrica que vai beneficiar o pó-de-serragem produzido pela indústria madeireira local, transformando-o em pellets – pequenas partículas usadas principalmente na Europa como combustível em usinas termoelétricas ou para aquecimento residencial.

“O pellet de madeira é bom para produzir energia porque, ao contrário do gás natural e do petróleo, é neutro em termos de emissões de gases causadores do efeito estufa, já que, ao ser queimado, ele apenas devolve à atmosfera o carbono que a árvore tirou da atmosfera ao crescer”, explica o gerente de projetos da VAR do Brasil, Hans van de Riet, subsidiária da holandesa WWR, que atua no ramo de reciclagem de lixo em seu país de origem.

A empresa espera conseguir licença ambiental ainda este ano para, em 2010, mandar o primeiro navio carregado de pellets à Europa. Segundo van de Riet, a expectativa é de que, numa fase inicial, a fábrica no Pará produza 250 mil toneladas do material ao ano. “Para isso vamos ter de recolher 350 mil toneladas de serragem, pois ela contém umidade e passa por um processo de secagem antes de virar pellet”, explica.

Fonte: www.mecatronicaatual.com.br